30 agosto, 2008

Evento: 2º Encontro Brasileiro de Perícia, Avaliação e Auditoria Econômico-Financeira


2º Encontro Brasileiro de Perícia, Avaliação e Auditoria Econômico-Financeira
26 e 27 de Setembro 2008 - São Paulo

Fonte:www.cofecon.org.br

Estão abertas as inscrições para o 2ºEncontro Brasileiro de Perícia Econômico-Financeira, que será realizado em São Paulo nos dias 26 e 27 de setembro. O evento é promovido pelo COFECON e pelo CORECON-SP e tem como tema "Os economistas a serviço da sociedade". O custo das inscrições antecipadas é de R$ 162 para Economistas e professores de Economia. Para os que desejarem, haverá também um pré-curso (exclusivo para os inscritos) nos dias 24 e 25.

Segue o link para maiores detalhes do evento e programação:
http://www.encontropericia.com.br

03 agosto, 2008

E-book: Formação Econômica do Brasil



Segue o link para download do livro "Formação Econômica do Brasil" do Economista Celso Furtado.

O Livro é considerado um clássico da História do ponto de vista econômico e claro é a maior referência em História Econômica Brasileira.

"FORMAÇÃO ECONÔMICA DO BRASIL"

02 agosto, 2008

Escolha seu Fundo

O site Como Investir?, um portal de educação financeira da ANBID, está disponibilizando uma ferramenta interessante que esclarece e inclusive faz comparações entre os diversos tipos de fundos existentes hoje no mercado financeiro.

Vale a pena conferir. Segue o link:

Escolha seu Fundo

08 junho, 2008

Material de Apoio: Aplicações sobre Economia Brasileira


Segue o link do Website do livro Princípios de Economia, de Francisco Mochón.

No site, o material do livro disponível traz alguns
casos de Aplicações sobre a Economia Brasileira:


"Princípios de Economia"

Bolsas de Pesquisa - Centro Celso Furtado


BOLSAS DE AUXÍLIO À PESQUISA


O Centro Celso Furtado oferece em 2008 quatro bolsas de auxílio à pesquisa, com suas respectivas taxas de bancada, para alunos de Mestrado e Doutorado.

Atendendo a distintas linhas de pesquisa, os projetos podem ter como temas:

§ Emprego formal e desenvolvimento econômico;
§ Desenvolvimento e política industrial;
§ Restrição externa e crescimento;
§ Financiamento do desenvolvimento;
§ Desenvolvimento, mudança estrutural e inflação;
§ Integração regional e desenvolvimento econômico.


As inscrições estão abertas até o dia 15 de junho. Os candidatos podem enviar os seus projetos com a respectiva documentação preenchida para o endereço do Centro Celso Furtado. O Comitê Cientifico analisará as propostas até o dia 31 de julho.

Informações e regulamento: www.centrocelsofurtado.org.br

04 junho, 2008

Material de Apoio: Introdução à Economia


A Editora Pearson disponibiliza diversos materiais de apoio de seus livros publicados.

Segue o link do livro "Introdução à Economia" de Arthur O’Sullivan, Steven Sheffrin e Marislei Nishijima. Na página há uma sinopse do livro e vários exercícios de apoio.

Divirtam-se...


"Introdução à Economia: Princípios e Ferramentas"

02 junho, 2008

Eventos: Seminário Imposto de Renda Pessoa Jurídica

Nesta Quarta-feira (04/06/08) a ANEFAC estará promovendo um seminário sobre os pontos importantes na elaboração de Declaração de Imposto de Renda Pessoa Jurídica. Clique no link do site para maiores detalhes:

Seminário: Aspectos Importantes na Declaração de Imposto de Renda Pessoa Jurídica - DIPJ

28 maio, 2008

Referências em Finanças

Hoje resolvi divulgar alguns links de entidades interessantes na área de Finanças, especialmente na área de Mercado de Capitais. Também disponibilizarei aqui na área de links da página. Segue uma breve descrição deles:

1. FIPECAFI - FUNDAÇÃO INSTITUTO DE PESQUISAS CONTÁBEIS, ATUARIAIS E FINANCEIRAS
Desenvolve pesquisas e publicações na área de Contabilidade, Atuária e Finanças. Além de formação e capacitação de executivos.

2. APIMEC - Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais:
Desenvolve pesquisas em mercado de capitais e a capacitação dos profissionais.
Também é o Órgão credenciado a emitir certificação CNPI (Certificado Nacional do Profissional de Investimento).

3. IBEF - Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças de São Paulo:
Tem a finalidade de integrar, os executivos em Finanças, promovendo o desenvolvimento social e profissional dos associados.

4. ANCOR - Associação Nacional das Corretoras de Valores, Câmbio e Mercadorias: -
Associação de representatividade das Empresas Corretoras associadas junto aos organismos públicos.

5. CNB - Comissão Nacional de Bolsas:
Visa integrar e defender os objetivos dos Associados e atuar pelo desenvolvimento dos mercados nacionais de títulos e valores mobiliários e de mercadorias.

6. ANDIMA - Associação Nacional das Instituições do Mercado Financeiro
É o representante das instituições financeiros juntos aos organismos públicos. Reúne as instituições financeiras, prestando serviços e suporte às instituições financeiras para o desenvolvimento do Sistema Financeiro

7. INI - Instituto Nacional de Investidores
Instituição sem fins lucrativos com a finalidade de promover permanente a educação e orientação sobre como investir no mercado de ações.

25 maio, 2008

Exame Nacional de Seleção ANPEC 2009


As inscrições para a prova da ANPEC tem início no dia 1º de junho e vão até o dia 03 de agosto de 2008. As provas estão previstas para serem realizadas nos dias 08 e 09 de outubro de 2008. A taxa de inscrição será de R$300,00 para pagamento até 30 de junho e de R$310,00 para pagamento de julho a 3 de agosto. As matérias contempladas na prova são: Microeconomia, Macroeconomia, Matemática, Estatística, Economia Brasileira e Inglês. O programa da prova já está disponível no site da ANPEC

O Exame Nacional de Seleção realizado pela ANPEC trata-se de uma prova classificatória para o ingresso nos cursos de Mestrado em Economia. Maiores informações e detalhes sobre o Exame, funcionamento, centros de pós-graduação e critérios de aceitação da prova também estão disponíveis no site (EXAME ANPEC 2009)

09 março, 2008

Como calcular a rentabilidade de um fundo de investimento

Segue uma publicação interessante que ensina a calcular a rentabilidade de um fundo de investimento em "Rascunho Financeiro".

27 agosto, 2006

Rumo a um Novo Paradigma em Economia Monetária

Literatura Recomendada


Rumo a um Novo Paradigma em Economia Monetária

STIGLITZ, Joseph e GREENWALD, Bruce.
São Paulo: Francis, 2004. 440p.

Por Paulo Roberto de Almeida - Revista Desafios do Desenvolvimento

A moeda é irrelevante. O crédito é que é importante. Estas poderiam ser as duas lições sintéticas deste livro, tão denso de argumentos quanto elegante na redação (a despeito das muitas equações e gráficos de tendência). Ele poderia ainda ostentar como subtítulo: o crédito global e seus benefícios.

Com efeito, à diferença do seu libelo anterior contra a economia global e o FMI (A Globalização e seus malefícios), ou da sua história compacta (e imediata) sobre Os Exuberantes Anos 90, este livro deixa a atmosfera carregada das manifestações anti-globalização para penetrar no ambiente geralmente mais circunspecto dos cenáculos dedicados aos debates teóricos. Como indica sua apresentação, ao contrário da teoria monetária prevalecente, este livro se concentra “não no papel da moeda como facilitador de transações, mas no papel do crédito como facilitador de atividades econômicas de maneira geral”. O novo “paradigma” referido no título enfatiza a demanda e a oferta de fundos de empréstimo, o que requer a compreensão das imperfeições da informação e do papel dos bancos.

O livro derivou de palestras que os autores deram em 1999 a convite da Banca Commerciale Italiana e da Università Commerciale Luigi Bocconi, leituras que tinham o propósito de unir teoria econômica e prática política, fazendo, justamente, a junção entre a economia que se estuda nas academias e a realidade da economia global. Os dois pesquisadores universitários vinham trabalhando suas teses por quase duas décadas, quando o trabalho teórico foi interrompido ao longo de sete anos, quando Stiglitz assumiu os cargos de presidente do Conselho de Assessores Econômicos do presidente Bill Clinton, depois como economista chefe e vice-presidente do Banco Mundial, período no qual ele se desentendeu com seus colegas do FMI pela maneira como eles estavam administrando a série de crises financeiras dos países asiáticos. Esse período tumultuado ofereceu, aparentemente, um campo de teste para essas idéias e eles saíram convencidos de que não apenas elas estavam certas, como eram importantes e relevantes: “se as perspectivas de política monetária que estávamos desenvolvendo tivessem sido amplamente adotadas, o FMI poderia ter administrado muito melhor a crise financeira global de 1979-1999”.


É possível, mas, assim como os caminhos do inferno, os itinerários da “história virtual” (what if?) o “se” que a frase acima explicita , podem estar pavimentados de boas intenções: não saberemos jamais se os exercícios de “economia alternativa”, propostos de forma estridente por Stiglitz a partir de seu escritório no BIRD, disparando rajadas de petardos oratórios contra seus colegas do FMI, teriam ou não sido mais eficientes na superação das crises financeiras, do que as medidas contracionistas recomendadas pelo Fundo. Pode ser, mas o teste real já não pode mais ser realizado, e temos de nos contentar com este tratamento relativamente pioneiro de questões importantes da economia monetária, descrito por eles mesmos como um “desafio à ortodoxia”.

O ponto mais importante do livro está justamente em ressaltar que o crédito não é uma mercadoria igual às outras e que os manuais de economia, que se concentram na moeda como meio de troca, falham redondamente em seus objetivos conceituais. O livro se situa, assim, no campo da economia institucional, já que ele ressalta o papel central dos bancos no sistema de crédito, um sistema de “equilíbrio geral” de crédito mais amplo cujas interdependências são tão importantes quanto aquelas tradicionalmente discutidas nos mercados de bens e serviços.


A parte empírica do livro toma embasamento nas relações monetárias e nas práticas de política monetária ocorridas nos Estados Unidos e em outros países, no período recente ou ao longo das últimas décadas, quando mudanças importantes ocorreram na estrutura institucional do sistema bancário. Os autores argumentam que as mudanças nas relações monetárias ao longo do tempo e as diferenças entre os países podem estar ligadas às variações institucionais no sistema bancário. Em momentos de crise, a política monetária passa a desempenhar um papel crucial e é aí, acreditam os autores, que os modelos tradicionais de economia monetária falham de maneira dramática. Eles argumentam que “a incapacidade de entender aspectos cruciais das instituições financeiras e de suas mudanças está por trás de alguns fracassos recentes das políticas macroeconômicas, incluindo a recessão dos Estados Unidos em 1991 e as severas recessões e depressões do Leste Asiático que começaram em 1997”.


Pode-se concordar com os principais argumentos dos autores, tanto em sua coerência intrínseca do ponto de vista da teoria econômica como de sua utilidade prática do ponto de vista das políticas efetivamente aplicadas, mas dificilmente se poderia argüir que o foco principal deste novo “paradigma” de economia monetária é realmente novo ou inédito. Afinal de contas, desde o Renascimento, banqueiros como os Médici, os Pazzi e os Strozzi, na Florença de Maquiavel, já tinham percebido que a moeda em si não era relevante para sua atividade de banqueiros “multinacionais” (ou em todo caso, multi-europeus e mediterrâneos): foram eles, afinal, que criaram essa nova tecnologia revolucionária para a história do capitalismo, que se chama crédito (ainda que na forma de saque bancário), liberando o comércio das restrições anteriores e criando uma “economia global” da ponta setentrional do continente europeu até os portos do Oriente Próximo, então conhecido como Levante. Os banqueiros são os verdadeiros heróis da economia monetária, nos tempos turbulentos de Maquiavel, ou nos tempos turbulentos da globalização financeira, tão bem analisada neste livro “paradigmático”.


Ver Texto Original: Entre a Economia e as Relações Internacionais
Sessão "Estante", Revista Desafios do Desenvolvimento, edição nº3 - 1/10/2004

04 julho, 2006

Economia: você está preparado ...?

Economia: você está preparado ...?

Se você possui a característica de buscar a interação sobre o que acontece no seu país e no mundo, o comportamento da sociedade e suas atividades, possui interesse por pesquisa, e até mesmo possui atração por números, provavelmente trata-se de uma pessoa que tem afinidade com Economia. E este é o seu espaço!
E o que é economia?
A palavra deriva do grego oikonomía: oikos = casa, e nomos = administração, organização, ou seja siginifica a administração da casa, do patrimônio. É definida como a ciência que estuda o comportamento humano no processo de produção, distribuição, circulação e consumo. Essa ciência tem um objetivo em essência: estudar a melhor e mais eficiente forma de alocar os recursos escassos para a produção de bens, para a distribuição de renda e para as trocas de mercadorias, uma vez que "sempre faltará algo à alguem em algum lugar do mundo, em algum momento no tempo".
Mas, afinal o que estuda o economista?
Até a década de 70, o grande empregador era o setor público, e os profissionais atuavam notadamente na área de pesquisa, ou em autarquias ou órgãos governamentais ligados à condução da política monetária e fiscal do Governo. Atualmente os economistas estão ganhando espaço em áreas que vão desde aos institutos de pesquisa, grandes indústrias, empresas de consultoria e no mercado financeiro como um todo.
(uma adaptação de "Economia: você está preparado para defender sua opinião?" - Texto de Fernanda de Lima - InfoMoney - http://cursos.infomoney.com.br/guias/profissoes/)
Para saber mais: SANDRONI, Paulo. Novíssimo Dicionário de Economia, Best Seller,2002.

Para os interessados em conhecer mais sobre o ramo e a profissão, a Escola de Economia da FGV-SP estará promovendo no dia 19 de setembro de 2006 uma palestra para quem quiser conhecer o curso de graduação e saber mais sobre a profissão de economista.
Tema: O que é economia? Por que o economista é o profissional mais preparado para o mundo globalizado? Quais são as oportunidades de trabalho para um economista?

Maiores informações: http://www.gv.br/economia/