
Segue o link para download do "Dictionary of Financial and Business Terms" do Roberto de Paula Lico Júnior (Lico Reis - Consultoria & Línguas).
Material com termos financeiros todos em inglês inclusive a descrição/definição de cada palavra.
"DICTIONARY OF FINANCIAL AND BUSINESS TERMS"
13 setembro, 2008
E-book: Dictionary of Financial and Business Terms
12 setembro, 2008
E-book: Dicionário de Termos Financeiros e de Investimento
Segue o link para download do livro "Dicionário de Termos Financeiros e de Investimento" de John Downes e Jordan Elliot Goodman.
Trata-se de um dicionário com todos os termos do mercado financeiro em uma linguagem simples e técnica.
"DICIONÁRIO DE TERMOS FINANCEIROS E DE INVESTIMENTO"
Downes, John e Godman, Jordan Elliot.
Fonte: Projeto Democratização da Leitura
01 setembro, 2008
Os desafios da IFRS para o Mercado de Capitais

"São Paulo, 15 de fevereiro de 2008 - O movimento de empresas do País para adequar-se às novas normas de contabilidade tem se intensificado. Entretanto, apenas a Gerdau já divulgou seus balanços no formato IFRS (International Financial Reporting Standards). A companhia utilizou 1º de janeiro de 2006 como data-base para a conversão. Procurada pela reportagem da Gazeta Mercantil para comentar maiores detalhes do balanço - como os custos da operação -, a empresa não respondeu às solicitações de entrevista.
A auditoria responsável pela alteração contábil da Gerdau foi a Deloitte. Para o sócio de auditoria da firma, Edmar Facco, o principal estímulo para que empresas brasileiras do porte da Gerdau acelerem o processo de adaptação é a possibilidade de listar-se nas praças acionárias mundiais sem ter de preparar diferentes demonstrativos. "O órgão regulador do mercado de capitais norte-americano (a SEC) já desobrigou empresas a fazerem balanços no modelo do país. Assim, quem estiver em IFRS estará preparado a acessar as bolsas dos EUA", exemplifica Facco. De acordo com o executivo, empresas de segmentos como telecomunicações e manufatureiros terão mais dificuldades de adequação ao novo padrão. "Por outro lado, empresas de grande porte, que são filiais de européias no País, já trazem uma formatação contábil mais adequada", cita o especialista.(...)" (Gazeta Mercantil/Caderno B - Pág. 4 15/02/2008 - Luciano Feltrin) - Ver texto na íntegra clique aqui
Quando o assunto é a mudança das normas para o padrão IFRS surgem conflitos de opiniões quanto às reais vantagens e desvantagens deste processo de adaptação. Confesso que ainda não consegui visualizar uma situação negativa, ao vislumbrar que um conjunto de demonstrações contábeis com uma linguagem universal pode representar uma tendência natural e quase que obrigatória para as relações financeiras em um mercado de capitais que se torna cada vez mais global. Acredito sim, que os custos operacionais deste processo ainda seja o maior desafio para as empresas, mas essa crença só terá relevância quando a relação custo-benefício for fortemente mensurada a ponto de corroborar minha desconfiança. A questão é será que ela realmente tem relevância? Se nem mesmo a Gerdau se deu ao luxo de relatar seus custos? Vale a reflexão...
Deixo um convite para um link muito interessante:
O Case: "Conversão para IFRS no grupo Gerdau" divulgado pelo Alexandre Alcantara no blog http://analisedebalanco.blogspot.com que traz a apresentação de como foi o processo de transição do Grupo Gerdau para os padrões IFRS.
28 maio, 2008
Referências em Finanças
Hoje resolvi divulgar alguns links de entidades interessantes na área de Finanças, especialmente na área de Mercado de Capitais. Também disponibilizarei aqui na área de links da página. Segue uma breve descrição deles:
1. FIPECAFI - FUNDAÇÃO INSTITUTO DE PESQUISAS CONTÁBEIS, ATUARIAIS E FINANCEIRAS
Desenvolve pesquisas e publicações na área de Contabilidade, Atuária e Finanças. Além de formação e capacitação de executivos.
2. APIMEC - Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais:
Desenvolve pesquisas em mercado de capitais e a capacitação dos profissionais.
Também é o Órgão credenciado a emitir certificação CNPI (Certificado Nacional do Profissional de Investimento).
3. IBEF - Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças de São Paulo:
Tem a finalidade de integrar, os executivos em Finanças, promovendo o desenvolvimento social e profissional dos associados.
4. ANCOR - Associação Nacional das Corretoras de Valores, Câmbio e Mercadorias: -
Associação de representatividade das Empresas Corretoras associadas junto aos organismos públicos.
5. CNB - Comissão Nacional de Bolsas:
Visa integrar e defender os objetivos dos Associados e atuar pelo desenvolvimento dos mercados nacionais de títulos e valores mobiliários e de mercadorias.
6. ANDIMA - Associação Nacional das Instituições do Mercado Financeiro
É o representante das instituições financeiros juntos aos organismos públicos. Reúne as instituições financeiras, prestando serviços e suporte às instituições financeiras para o desenvolvimento do Sistema Financeiro
7. INI - Instituto Nacional de Investidores
Instituição sem fins lucrativos com a finalidade de promover permanente a educação e orientação sobre como investir no mercado de ações.
